A SAP publicou um artigo sobre como a governança de inteligência artificial nas empresas pode proteger as margens de lucro. O texto aborda a necessidade de as organizações adotarem práticas estruturadas para controlar o uso da IA, garantindo que os investimentos na tecnologia gerem retorno financeiro sem expor os negócios a riscos desnecessários.
Segundo a empresa, a implementação de regras claras para o desenvolvimento e a operação de sistemas de IA ajuda a evitar custos inesperados e perdas de eficiência. A governança corporativa da IA é apresentada como uma ferramenta para alinhar os projetos de automação e análise de dados aos objetivos estratégicos de cada companhia.
Em outra matéria relacionada, o site E3-Magazin discutiu como a expressão “AI eats software” se aplica ao universo SAP. O conceito indica que a inteligência artificial está gradualmente substituindo funções tradicionalmente executadas por software convencional, o que exige adaptação dos sistemas empresariais para incorporar componentes inteligentes.
Já o SAP News Center publicou um artigo sobre como a “IA agentiva” – ou agentic AI – deve transformar o mercado nos próximos anos. A tecnologia permite que sistemas autônomos tomem decisões e executem tarefas sem intervenção humana direta, o que pode impactar desde processos internos até modelos de negócios inteiros.
O tema central das publicações é a importância de as empresas estabelecerem controles adequados para a IA, medida que pode proteger as margens de lucro e evitar perdas relacionadas a falhas de implementação. A governança surge como um pilar para garantir que os ganhos de produtividade previstos com a adoção da inteligência artificial se concretizem de forma sustentável.
